TRANSPORTES PÚBLICOS



                             
Mexico City monorail proposal



Next V3.O



A Luta pelo Transporte em São Paulo



Trolebus de Roma



Mobilidade Urbana e Transporte Público 

 

Trem,VLT e Metrô na Europa



Transporte Público Mundial e no Brasil
 


Tramway Rhônexpress : des essais concluants (Lyon)


2001-05-24 Lyon Tramway


Metro e Trens de São Paulo.


Filme bondinho Gotem.



SkyTrain's Silver Anniversary


Rhônexpress à Lyon - Part-Dieu


Trólebus de Lyon França


Aperçu de l'Exposition universelle de Paris 1900




ÔNIBUS (TINDO) AUSTRALIANO MOVIDA A ENERGIA SOLAR

 

TRANSMILENIO - TRANSMICHEIO Video legendado em Português

Falta espaço e sobra criatividade


VÍDEOS Discovery Channel 2111 - Transportes e Comunicacões


TRANSMILENIO (BRT)... INFERNO OU PARAÍSO?!!!

  


Projeto - Bicicletas de Bambu


Bicicletas



Mobilien de Paris

 


Sistema -Mobilien de Paris compartilhado com Táxis e Bicicletas  




Os 8 maiores sistemas de transporte do Brasil

Renato Lobo
O Via Trolebus relaciona as 8 maiores redes de transportes do Brasil, levando em consideração o volume de passageiros transportados no sistema de ônibus, sobre trilhos e fluvial. Não foram considerados os passageiros que usam sistemas intercidades: 1- São Paulo

A maior cidade Brasileira concentra o maior número de passageiros transportados no transporte público. O número pode ultrapassar os 9 milhões de usuários por dia, sendo 5 milhões que usam o ônibus (média de 2014) e outros 4 milhões que usam a malha metroviária. Este número é maior levando em conta as viagens feitas pelos trens urbanos da CPTM, onde suas 6 linhas possuem cerca de 130 Km de trilhos dentro da capital paulista, além dos ônibus metropolitanos gerenciados pela EMTU que também circulam pela cidade.
2) Rio de Janeiro

No Rio, cerca de 3 milhões de passageiros usam o sistema de ônibus por dia em média (dados da Rio Ônibus). São acrescentados 780 mil passageiros que utilizam o sistema de metrô da cidade. O número pode ser maior, uma vez que 680.000 passageiros por dia utilizam o sistema de trens urbanos, que atendem a outras cidades. Outras 100 mil utilizam o sistema de barcas, que atende além da capital, os municípios de Angra dos Reis, Niterói e Mangaratiba.
3 - Curitiba

A capital do estado do Paraná pode ser considerado o terceiro maior sistema de transporte, onde 2,2 milhões de passageiros são transportados em 356 Linhas de ônibus. O sistema de BRT da cidade possuí 357 Estações tubo, 30 Terminais. O sistema possuí 1.945 Ônibus (Dados da URBS).
4 - Salvador

Mais de 2 milhões usam o sistema de ônibus em Salvador. A cidade também possuí um sistema de Metrô recém inaugurado que com 7,3 quilômetros e cinco estações. O ramal ainda roda em operação assistida e carrega uma média de 26 mil passageiros por dia. Outras 19 mil pessoas são transportadas diariamente pela linha de trem de subúrbio com 13,5 km e 10 estações.
5 - Recife

O município possui uma frota de aproximadamente 3.000 ônibus, divididos em 14 empresas 4 que transportam diariamente 1,7 milhão de pessoas e o Metrô do Recife (Metrorec), que transporta 205 mil passageiros por dia. Outros 5,5 mil passageiros por dia são transportados pelo sistema de trens urbanos administrado pela CBTU. Possui aproximadamente 31,5 km de extensão contando com 8 estações, interligava os municípios de Recife, Jaboatão dos Guararapes e Camaragibe. A CBTU substituiu os antigos trens por VLT’s (Veículo Leve sobre Trilhos)
6 - Belo Horizonte

O Sistema de ônibus em Belo Horizonte transporta diariamente 1,5 milhão de passageiros e abrange 300 linhas. Outras 241.624 passageiros são transportadas no Metrô da cidade, que possuí uma linha com 28,2 km de extensão.
7 - Fortaleza

Mais de 1,2 milhão de embarque são registrados por dia nos coletivos de Fortaleza. Ao todo, o sistema trabalha com 265 linhas de ônibus regulares e 24 linhas complementares (vans e micro-ônibus). Outras 485 mil passageiros por dia usam o Metrô da cidade.
8 - Brasilia

Os quatro mil ônibus do DF transportam diariamente 1,2 milhão de passageiros. Outros 130 mil usuários por dia andam no Metrô de Brasília, com 24 estações e duas linhas.
Fonte - Via Trolebus   02/03/2015 


Prefeitos aprendem com modelo de Barcelona 

Jornal do Comércio - RS
Até 2015, todos os municípios brasileiros com mais de 20 mil habitantes terão de apresentar seus planos de mobilidade urbana. A exigência é um dos itens de uma legislação federal promulgada em 2006 que pretende promover as diretrizes nacionais para um tema que ganha contornos de dramaticidade a cada ano nos principais centros urbanos do País. Por isso, algumas das iniciativas que tornaram Barcelona uma das cidades modelo de trânsito no continente europeu foram apresentadas ontem em Porto Alegre pelo deputado espanhol, Pere Macias. O especialista é doutor em engenharia, ex- senador e, atualmente, preside a Comissão de Mobilidade Urbana da Câmara de Deputados da Espanha. Macias esteve na Capital para participar da primeira edição do projeto Pauta Famurs, que tem o objetivo de aprofundar os debates municipalistas realizados mensalmente. Diante de uma plateia formada por prefeitos e secretários municipais, o catalão expôs, na sede da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul, algumas semelhanças entre a capital da comunidade autônoma da Catalunha e Porto Alegre. As cidades e suas regiões metropolitanas abrigam população semelhante, cerca de 1,5 milhão de habitantes no núcleo urbano e 4,5 milhões de pessoas nos municípios do entorno. Por isso, a resolução dos problemas, na avaliação do especialista, tem de passar pela coordenação de acordos políticos nas três esferas de poder (nacional, regional e local). Neste aspecto, ele chamou a atenção para a função política dos prefeitos na promoção das melhorias. Segundo o deputado espanhol, as conquistas de Barcelona só foram possíveis após a elaboração de um plano diretor de mobilidade urbana. As diretrizes, concluídas em 2003, servem para embasar de maneira independente as ações. “O planejamento de instrumentos de mobilidade não pode ser refém dos anos eleitorais. Cada prefeito não pode alterar os planejamentos de acordo com as suas próprias plataformas”, sentencia. Entre os modelos implantados pela cidade espanhola, Macias revela a eficácia da aposta em anéis viários que circulam o centro urbano da cidade, as campanhas de incentivo à utilização de bicicletas, a unificação tarifária e a prioridade dada aos sistemas públicos de transporte. No que se refere à circulação de automóveis, Barcelona optou por um projeto diferente da proposta adotada em Londres, que restringe a circulação em determinadas áreas. Na capital catalã, as chamadas zonas verdes se utilizam de informações para calcular o preço em estacionamentos. Com isso, moradores do bairro pagam € 1,00 para deixar os veículos nas proximidades, enquanto veículos registrados em outras cercanias chegam a pagar € 10,00. “O planejamento de estacionamentos pode ser uma maneira de controlar o fluxo de veículos”, exemplifica. 
Fonte - Abifer 18/10/2013


Ao reutilizar trilhos de bonde, Viena dá lição de mobilidade e economia

RF
EcoD
Em alguns lugares do Brasil, como resquício do século 20, há diversos trilhos de bondes nos quais hoje não circula mais nenhum transporte e a infraestrutura serve apenas como vestígio do passado. Em Viena, capital da Áustria, esses mesmos trilhos estão sendo reutilizados para as linhas de ônibus elétricos. A vontade de mudar o sistema de transporte público era maior que o orçamento em Viena. Foi então que os governantes resolveram adaptar a infraestrutura deixada pelos bondes para os veículos que usam baterias. Sem uso de gasolina e dotados de bateria elétrica, doze ônibus já estão em serviço – eles reduzem a emissão de CO2, o barulho comum dos veículos convencionais e aproveitam a mobilidade de linhas exclusivas para o transporte público. Cada ônibus transporta 40 passageiros. A cidade não precisou criar uma infraestrutura para o novo modal, o que seria inviável financeiramente, uma vez que o orçamento de Viena encontra-se restrito ainda devido à crise europeia, segundo informou o New York Times. Tecnologia foi fornecida pela Siemens e deve ser utilizada em cinco cidades da Europa e duas da América do Sul A tecnologia foi fornecida pela Siemens e deve ser utilizada em cinco cidades da Europa e duas da América do Sul, cujos nomes não foram divulgados. De modo pioneiro, as linhas de bonde permitem o carregamento das baterias enquanto os ônibus circulam sobre os trilhos. A emissão de dióxido de carbono tende a ser reduzida em 300 toneladas ao ano. Os ônibus adotados por Viena custaram à cidade 400 mil euros (1,2 milhão de reais), o dobro de uma frota movida a gás ou gasolina, mas quando compensada a economia com os trilhos e com a saúde pública, percebeu-se que valeria o investimento. Brasil atrasado Embora não seja novidade no resto do mundo, o Brasil está entrando atrasado no terreno dos veículos elétricos. A opinião é do presidente do conselho consultivo da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), Jaime Buarque de Holanda. Há cerca de 13 anos, a entidade chama a atenção de que seria importante o país se preparar para essa transição tecnológica. “De modo geral, essa coisa não foi bem percebida aqui no Brasil”, apontou Holanda. A capital do Paraná, Curitiba, foi pioneira no país na produção de ônibus elétricos para transporte coletivo. No município já estão em operação 30 veículos hibribus, ônibus movidos por dois motores, um deles abastecido por energia elétrica e outro, por biodiesel. Esse é o primeiro ônibus híbrido produzido pela Volvo no Brasil, por encomenda da prefeitura de Curitiba. O investimento, porém, foi feito pelas empresas privadas do setor de transporte urbano e não incluem a reutilização de trilhos. Fonte - Terra (Mercado Ético)16/07/2013 Trem regional terá passagens a R$ 18 entre São José e SP Rede Bom Dia O governo do Estado pretende lançar em novembro o edital da licitação para construir o Trem Intercidades, também chamado de Trem Regional, projeto de uma malha ferroviária de 431 quilômetros que vai unir regiões metropolitanas à capital. Na Região Metropolitana do Vale do Paraíba, o trem terá estações em São José dos Campos, Jacareí, Taubaté e Pindamonhangaba. A previsão do governo é de que o valor da tarifa da viagem entre São José e São Paulo seja em torno de R$ 18, mais barata do que o preço cobrado pelas empresas de ônibus que atuam na região, entre R$ 21 e R$ 23. O vice-governador de São Paulo, Guilherme Afif Domingos (PSD), disse, por meio de nota, que a ideia do trem é estimular o transporte de passageiros sobre trilhos e criar uma alternativa para concorrer com os automóveis, que lotam as estradas. Segundo a Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Regional, a premissa para o desenvolvimento dos estudos é que a tarifa dos serviços seja "competitiva com os outros modos, para ser atrativa em demanda de passageiros". A pasta também não descartou viagens entre as cidades da RMVale. "O estudo funcional em desenvolvimento deverá determinar as melhores alternativas de paradas para captação de demanda e manutenção de tempo de viagem atrativa". Rota/ Inicialmente, o Trem Intercidades interligará dois dos principais eixos do Estado. O primeiro entre capital e Campinas, Americana, Jundiaí, Santo André, São Bernardo, São Caetano e Santos. O segundo ligará São Paulo a Sorocaba, São Roque, São José, Taubaté e Pinda, passando por Jacareí. O projeto será feito por meio de PPP (Parceria Público-Privada) entre o governo estadual e a iniciativa privada, com custo estimado em R$ 18,5 bilhões. A duração do contrato será de 30 anos. Em nota, a Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Regional informou que a parceria será na modalidade de concessão patrocinada, com um gasto público de 30% da obra, o que dá R% 5,5 bilhões. Os recursos públicos já estão previstos no orçamento. Obras/ Serão licitadas a construção da infraestrutura, implantação de equipamentos e sistemas e compra de material para a operação. As obras devem começar no final de 2014.O primeiro trecho que deve ficar pronto é o da capital até Jundiaí, em 2015. Depois, virão o de Sorocaba e o de Santos. O do Vale do Paraíba ainda não tem data definida para ser iniciado. Na Região Metropolitana de São Paulo, o projeto vai aproveitar a faixa de domínio da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), que não tem linhas na RMVale, o que deve atrasar a construção do trem na região. Fonte - Revista Ferroviária 02/05/2013 Extensão de linha do Metrô SP terá custo de R$ 7,7 bilhões Valor Econômico 15/10/12 O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), anunciou nesta segunda-feira o prolongamento da Linha 2 – Verde do Metrô de São Paulo, entre a Vila Prudente e a rodovia Presidente Dutra. O trecho terá 13,5 quilômetros de extensão, 12 estações e deverá ampliar o volume de passageiros transportados na linha dos atuais 600 mil para 1,1 milhão de pessoas por dia. As obras, segundo o governador, começarão no segundo semestre de 2013, e deverão ser concluídas em 2018. A construção do prolongamento terá custo de cerca de R$ 4 bilhões. O investimento total, incluindo trens, sistema elétrico e obras, chega a R$ 7,7 bilhões. Os recursos serão totalmente aplicados pelo governo do Estado, de acordo com informações da Companhia do Metropolitano de São Paulo. No lançamento do edital da obra, na estação Corinthians-Itaquera, Alckmin também inaugurou a integração entre a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e o Metrô nas estações Tatuapé e Itaquera, na zona leste da capital. As duas estações possuem acesso ao trem, mas a integração é tarifada. Agora haverá acesso gratuito para passageiros, mas apenas de segunda a sexta-feira, das 11h às 15h, e a partir das 21h. No sábado, a partir das 15h, e durante todo o dia aos domingos e feriados. “Essa limitação de horário ocorre porque essas linhas são superlotadas, mas queremos incentivar o uso fora do horário de pico e beneficiar passageiros que usam tanto o expresso leste, da CPTM, quanto o Metrô, possibilitando a integração gratuita”, afirmou o governador. Para a auxiliar de serviços gerais Denilsa Fernandes da Silva, que passava pela estação Corinthians-Itaquera durante o evento, a integração deveria ser ampliada para mais estações. Ela mora em Ferraz de Vasconcelos, no extremo leste da cidade, e utiliza o expresso leste da CPTM para ir até o Brás, na região central. “Precisamos voltar até o Brás para conseguir pegar o metrô. E isso leva cerca de 40 minutos”, reclamou. Trens modernizados Durante o evento ainda foram entregues quatro trens modernizados do Metrô. São composições antigas, que já estavam em circulação, e que ganharam ar condicionado, câmeras de vigilância, novo sistema audiovisual e comunicação por mensagem sonora eletrônica. Devem ser entregues mais 98 trens entre novos e modernizados até 2015. O secretário dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, garantiu que pelo menos 20 estações do Metrô receberão “banho de loja” para a Copa do Mundo de 2014. “As estações Corinthians-Itaquera e Artur Alvim ganharão comunicação trilíngue (português, espanhol e inglês). As outras estações onde haverá intervenção ganharão comunicação visual e melhor acessibilidade”. Ele não soube estimar quanto vão custar essas intervenções, mas disse que elas começarão em 2013 e devem terminar antes da Copa. Tarifa diferenciada O Metrô começou a cobrar nesta segunda-feira a tarifa diferenciada de R$ 2,50 para usuários da Linha 5-Lilás e para os passageiros da Linha 17 da CPTM que usarem o transporte das 9 às 10h. Além disso, esses usuários poderão fazer integração com ônibus no Largo 13, em Santo Amaro, gratuitamente.
Fonte - Revista Ferroviária 15/10/2012


Governo do Distrito Federal pretende manter VLT

Correio Braziliense
O Governo do Distrito Federal irá abrir concorrência para a implantação do veículo leve sobre trilho (VLT), uma das principais apostas para a modernização do sistema de transporte público do Distrito Federal. Esse meio assemelha-se aos antigos bondes e corta a cidade movido a energia elétrica, funcionando como metrô de superfície. Além da comodidade, esse modal proporciona um deslocamento mais ágil e veloz em áreas urbanas antes marcadas por grandes engarrafamentos. Desde 2009, as obras enfrentam problemas na Justiça. Foram investidos cerca de R$ 277 milhões na execução do projeto que, segundo as últimas estimativas, não deve ficar pronto até a Copa do Mundo de 2014. O primeiro trecho ligará o Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek à Asa Sul e terá 6,5km de extensão. De acordo com o subsecretário de Políticas de Transporte e Trânsito, Luiz Fernando Messina, o governo prepara o edital, que ampliará os locais atendidos por esse meio de transporte. “É um modal que o governo entende como prioritário no processo de reformulação do transporte público coletivo”, enfatiza. A tecnologia é utilizada em diversas cidades do mundo, como Bordeaux, Buenos Aires, Dublin, Estocolmo e Madrid. Entre as vantagens oferecidas por esse tipo de transporte, pode-se destacar o menor custo de implantação em relação ao metrô e a melhor adaptação ao desenho das metrópoles. O VLT divide espaço com os veículos e é mais flexível no deslocamento, fazendo curvas e adentrando em zonas mais fechadas da cidade. Menos poluição Alimentados com energia elétrica, os trens de superfície apresentam vantagens ambientais, por meio da redução da emissão de gases causadores do efeito estufa nas grandes cidades. Outro ponto é a agilidade e a maior velocidade do VLT em comparação com outros sistemas de superfície. “A importância do VLT é centrada no fato de que ele é menos poluente e possui uma maior capacidade de transporte quando comparado aos outros modais de superfícies”, explica Messina. O especialista ainda ressalta que a adesão de mais um meio de transporte é importante para dinamizar o processo de integração idealizado pela Secretaria de Transportes. “Torna-se uma opção importante nesse nosso modelo de integração tronco alimentar”, comenta. Especialistas na área ressaltam que o veículo leve sobre trilhos pode causar forte impacto no sentido de melhorar o transporte público. A coordenadora do projeto Cidade Verde Mobilidade Sustentável, Maria Rosa Abreu, comenta que, além de poluírem menos, os trens de superfície cumprem um papel importante na hora de fazer as pessoas abandonarem os carros. “O VLT é mais amigável e confortável. Ao contrário dos ônibus, ele proporciona uma migração mais fácil do meio individual para o coletivo”, afirma.
Fonte - Revista Ferroviária  03/09/2012 


Fluxo pode aumentar com o VLT de João Pessoa (PB)´

Jornal da Paraiba
foto - ilustração
Para o superintendente Lucélio Cartaxo, as deficiências do sistema ferroviário só serão resolvidas com a substituição dos trens, o que deve ser concretizado no primeiro semestre de 2014. Está prevista para este ano a realização de licitações para instalação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) na Região Metropolitana de João Pessoa. Com os novos trens, a expectativa é que o fluxo de passageiros aumente para 40 mil por dia. A capital paraibana receberá oito trens, cada um com três vagões climatizados, duas cabines de comando permitindo operar em monovia, baixo potencial poluidor e baixo consumo de biodiesel e com capacidade para transportar 562 passageiros por viagem. Os recursos para a compra do VLT estão assegurados pelo Ministério das Cidades, dentro do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC - Equipamentos) que destinou R$ 96 milhões para serem investidos nos trens urbanos de João Pessoa. O superintendente da CBTU aposta na adesão da população ao transporte ferroviário em 2014. “Um dos problemas é a demora entre as viagens, que atualmente é de 50 minutos e deve diminuir para 15 minutos, no máximo. Com o VLT, teremos velocidade, conforto, segurança e pontualidade de 100%. Com isso, as pessoas se sentirão estimuladas a utilizar o trem, o que vai ajudar o transporte através dos ônibus, por exemplo”, destaca. “A estimativa é que os trens estejam implantados até a Copa do Mundo, até lá, temos de trabalhar com o que está disponível. A chegada do VLT é a culminância de toda uma preparação que viemos desenvolvendo com as reformas nas estações e modernização dos trilhos e dormentes”, assegura Lucélio.
Fonte - Jornal da Paraíba - 28/08/2012


Governador de Mato Grosso vê campanha maciça contra VLT e manda investigar "quem está por trás"

O Documento

O governador de Mato Grosso, Silval Barbosa, partiu nesta quarta-feira para o ataque daqueles que são contra o VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) de Cuiabá. Segundo ele, existe uma “campanha maciça” contra a obra, orçada em R$ 1,47 bilhões. Por isso, ele determinou uma investigação exaustiva sobre o assunto para que “quem está por trás disso” seja descoberto. “Estão tentando fazer uma confusão sobre o VLT de Cuiabá não sei a mando de quem, sendo pago por quem”, afirmou o governador, a respeito das suspeitas de irregularidades na obra. “Determinei ao secretário de Segurança que investigue a exaustão quem está por trás disso.” Barbosa afirmou que, desde que o governo decidiu desistir de construir um corredor de ônibus, o BRT, para fazer a linha de trem urbano, surgiram denúncias de que a obra tinha “rolo, falcatrua ou superfaturamento”. De acordo com o governador, até o anúncio publicado em um jornal informando quem seria o vencedor da licitação um mês antes da abertura das propostas faz parte da campanha contra o VLT, que é a principal obra de mobilidade de Cuiabá para a Copa. “Sobre a denúncia de que uma empresa vencedora era sabida 30 dias antes da abertura das propostas, certamente foram colocadas notas com o nome de outras empresas em outros jornais”, afirmou ele. “Quem ganhasse ia ter sua nota divulgada.” O anúncio publicado em um jornal de Mato Grosso é um indício que está sendo investigado pelo MP-MT (Ministério Público do Estado de Mato Grosso) e pelo MPF (Ministério Público Federal). Promotores e procuradores também estão apurando denúncias feitas pelo então assessor especial do governo de Mato Grosso, Rowles Magalhães Pereira da Silva, que informou ao UOL que o consórcio que venceu a licitação pagou R$ 80 milhões em propina para conseguir a obra. Depois de denunciar a propina, o assessor foi exonerado. O governador, entretanto, ainda não informou quem teria nomeado ele para o governo e qual seria a relação do assessor com a obra do VLT. O governador Barbosa ainda refutou qualquer possibilidade de irregularidade. Disse que todo o processo de contratação da obra foi acompanhado por órgãos de controle. Por isso, ele disse que tem certeza da transparência da licitação do VLT. Mesmo assim, ele também quer que polícia, Ministério Público e até a Abin (Agência Brasileira de Inteligência) apurem todas as suspeitas. O governador só faz questão que a obra não pare. “Chamei o procurador-geral e falei para ele que investigue, vá a exaustão e puna quem tiver que punir exemplarmente, mas que não inviabilize uma obra que não é do governador, é para Mato Grosso, para o povo que necessita de transporte de massa, para Cuiabá”, disse ele, depois de visitar as obras da Copa junto com membros da Fifa e do Comitê Organizador Local (COL) do Mundial. O secretário executivo do Ministério do Esporte, Luis Fernandes, que coordena a preparação do Brasil para a Copa do Mundo, também defendeu o VLT após inspecionar as obras de Cuiabá para o Mundial. “Essa obra vai atender a Copa, mas também será um legado de infraestrutura de mobilidade urbana para os habitantes e transeuntes de Cuiabá”, disse. Fernandes ainda ressaltou que toda recomendação dos órgãos de controle e da Justiça sobre o VLT ou qualquer outra obra para a Copa será cumprida. “Toda recomendação dos órgãos de controle serão acatadas e toda decisão judicial será acatada”, afirmou. 
Fonte - São Paulo Trem Jeito 30/08/2012


Bonde volta à moda para melhorar trânsito

O Estado de S.Paulo
foto - Allen Morrison
Para resolver seus problemas recorrentes de trânsito, uma série de cidades médias e grandes dos Estados Unidos está recorrendo a um velho meio de transporte que também já esteve em moda no Brasil: o bonde. Nos últimos cinco anos, pelo menos 20 cidades em diferentes partes do país já construíram ou estão construindo linhas modernas de bonde. A justificativa principal para o fenômeno é estética, já que os bondes, ao contrário dos metrôs e trens leves (como os monotrilhos que estão sendo feitos em São Paulo), andam em trilhos feitos nas ruas e avenidas da cidade e têm de parar nos semáforos. Segundo os defensores do modelo, os bondes são mais agradáveis que os ônibus e, por isso, teriam mais usuários dispostos a deixar o carro em casa para pegar esse modal. Outra explicação citada por seus defensores é que eles ajudam a revitalizar áreas abandonadas das cidades e alavancar o mercado imobiliário, principalmente nas regiões centrais. Esses dois fenômenos foram medidos em Portland, no Estado do Oregon, na costa oeste americana. Ela foi a primeira cidade do país a criar uma rede de bonde moderno, em 2007. Avaliações feitas pelo governo local em 2009 mostraram que os dois objetivos foram alcançados. Depois disso, pelo menos nove outras cidades dos Estados Unidos já construíram sua rede de bondes. Boa parte dos investimentos também pegou carona na crise econômica iniciada em 2007, já que algumas prefeituras e governos estaduais decidiram aumentar os investimentos para tentar alavancar a economia. Críticas. Não é todo mundo que concorda com essas teorias. Charlotte, na Carolina do Norte, está discutindo a construção de uma linha de bondes de cerca de 6 quilômetros em seu plano de investimentos públicos para os próximos cinco anos. Boa parte do legislativo local, porém, é contra o gasto de US$ 120 milhões para um meio de transporte que não tem garantia de ser mais rápido ou mais eficiente que os ônibus. Eles também discordam da hipótese de que um bonde seria menos poluente que um ônibus. E citam como exemplo os trólebus - ônibus movidos à eletricidade. Em São Paulo, eles são conectados à rede elétrica por meio de cabos suspensos em sua parte superior, mas existem modelos mais recentes, como os híbridos, que não necessitam de rede aérea. O mesmo debate ocorre hoje em Dallas, no Texas, onde uma linha de 2 km ao custo de US$ 40 milhões está sendo discutida. "Bondes quase nunca se movem rápido. Eles são grandes e pesados e mais difíceis de frear do que um carro. Por isso, têm de se mover com cuidado extra", afirmou, em editorial contrário ao meio de transporte, o jornal local Dallas Observer. Exemplo. Para o consultor em transportes Horácio Figueira, a experiência americana não é uma boa opção para cidades como São Paulo. "Temos problemas muito graves de transporte. A primeira prioridade deve ser construir redes de corredores de ônibus com linhas tronco, áreas de ultrapassagem e mais modernos, que teriam bem mais capacidade de transporte. Só depois é que seria razoável experimentar modais alternativos como os bondes", afirmou. 
Fonte - Revista Ferroviária 12/08/2012


Foz do Iguaçu (PR) apresenta projeto de VLT

RF

A prefeitura de Foz do Iguaçu (PR) vai propor ao Governo Federal a instalação de um ramal de Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). O projeto será apresentado até final de agosto para fazer parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Mobilidade Médias Cidades, lançado no dia 19 de julho. O programa federal investirá R$ 7 bilhões, através de financiamento público, para beneficiar municípios com mais de 250 mil e menos de 700 mil habitantes. A divulgação dos projetos contemplados está prevista para o dia 14 de dezembro. O projeto prevê um ramal de 40 km ligando o Parque Nacional do Iguaçu à futura sede da Universidade Federal da Integração Latino-Americano (Unila), na Av. Tancredo Neves. A linha sairá do Hotel das Cataratas, passará pelo Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu, pela Avenida Juscelino Kubitscheck, no centro da cidade, e pela Avenida Tancredo Neves, até chegar ao campus da Unila. A iniciativa do governo municipal leva em conta a crescente demanda por transporte público devido a implantação da Unila e também pelas características de destino turístico da cidade que espera receber parte dos visitantes da Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016. O custo total do projeto está avaliado em R$ 200 milhões, que seriam divididos em três fases e seis anos de implantação. A proposta municipal conta com o apoio de Itaipu Binacional para discutir a viabilidade técnica do projeto. O departamento responsável será a diretoria de Coordenação, por meio da superintendência de Obras e Desenvolvimento (OD.CD), com apoio técnico da assessoria de Mobilidade Elétrica Sustentável (AM.TE). Segundo o chefe da AM.TE, o engenheiro Celso Novais, a ideia é inicialmente desenvolver um veículo com catenária. No segundo momento, os trens serão alimentados por bancos de baterias de sódio, sem alimentação externa, similares aos atuais veículos elétricos desenvolvidos por Itaipu. 
Fonte - Revista Ferroviária  09/08/2012


Cajueiro Seco (PE), a estação dos três trens

NE 10

VLT funciona em caráter experimental aos sábados das 5h às 14h ligando a estação de Cajueiro Seco, em Jaboatão dos Guararapes, ao Cabo de Santo Agostinho. Passageiros esperam o metrô em uma das plataformas de Cajueiro Seco, na cidade de Jaboatão dos Guararapes, com destino ao Centro do Recife. O transporte é movido a eletricidade e possui painéis que indicam em quanto tempo os meios de transporte chegarão à estação. Alguns possuem ar condicionado. Do outro lado da plataforma, a placa diz que a reforma no trem a diesel foi feita em 2000. Vagões sem porta, janelas com telas de arame e escuro que levam ao bairro do Curado ou à cidade do Cabo de Santo Agostinho, Região Metropolitana do Recife, dependendo da linha. O percurso às vezes é feito no Trem do Forró que no mês de junho leva foliões, ao som da sanfona, à cidade do Cabo. O trem a diesel reformado há 12 anos contrasta com a modernidade aparente doVeiculo Leve sobre Trilhos (VLT) que opera na linha Cajueiro Seco - Cabo. Inaugurado no dia 30 de junho, o VLT ainda funciona em caráter experimental só aos sábados das 5h às 14h. Movido a biodiesel, cada trem tem capacidade de transportar até 600 passageiros e está recebendo só elogios dos usuários. Os VLTs chegam à estação e esperam a hora exata para sair. Desde as 11h27 parado em Cajueiro Seco, seguiu com destino ao Cabo às 11h48 chegando no destino final às 12h20 - um percurso que dura 32 minutos. No caminho, um passageiro mais distraído pode imaginar que faz uma viagem longa com paisagens que mudam tanto que favorecem a imaginação: de zonas rurais, a urbanas, rios e mangues. Na manhã do sábado (7), os jovens Vinícius da Silva, 14 anos, e Igor Lima, 16, que moram no Largo São Francisco, no Cabo, foram a Jaboatão dos Guararapes comprar roupa e passear. Originais da cidade de Escada, Zona da Mata de Pernambuco, os dois moram no Cabo há apenas um mês. "Lá em Escada tem linha de trem, mas não é de passageiro, é cargueiro", lembra Igor. Quando não têm o que fazer, os meninos aproveitam o fim de semana para passear. Para ir ao Cabo, os jovens também podem ir de ônibus (TI Cabo) que custa R$ 3,35 e demora cerca de 45 minutos para chegar ao destino final deles. Os dois, no entanto, preferem ir de trem tanto pelo preço - R$ 1,60 - quanto pelo próprio percurso: "De ônibus há engarrafamento e é um para para", reclama Vinícius. Já Igor prefere porque gosta de ver "o verde da mata" por onde passa o caminho do trem. Funcionário há 16 anos da Estação de Cajueiro Seco, José Sinval, 40, também tem opções de deslocamento: para ir ao trabalho, pode pegar trem ou ir de moto. Quando vai de motocicleta, demora cerca de 25 minutos para chegar em Cajueiro Seco, indo de trem a diesel, 15. Não só pela questão do tempo José prefere chegar ao trabalho - na estação de trem - de trem: "É um transporte coletivo então polui menos, não é?". Ele só se desloca de motocicleta aos sábados quando o transporte coletivo para de funcionar às 13h. A Companhia Brasileira de Transportes Urbanos (CBTU) investiu R$ 110 milhões na compra de sete trens do tipo VLT e na requalificação da linha até o Cabo que por enquanto opera em caráter experimental a não há previsão para que funcione todos os dias da semana. Os horários de saída da estação de Cajueiro Seco, somente aos sábados, são: 5h29, 6h10, 7h03, 7h50, 8h37, 9h24, 10h11, 10h58, 11h45, 12h32, 13h19 e 14h. Enquanto isso, antigo e moderno vão contrastando e levando passageiros aos mesmos lugares de um jeito diferente.
Fonte - São Paulo Trem Jeito  10/07/2012


Cidade-modelo no transporte público rendeu-se ao carro - Curitiba 

Valor Econômico
Curitiba
Se, no passado, a fama do sistema do transporte curitibano rompeu fronteiras, nos últimos anos tornou-se alvo de críticas por parte da população, que cada vez mais tem optado pelo uso do automóvel nos deslocamentos. Em 2002, por exemplo, o índice de motorização na cidade estava em 2,1 habitantes por veículos, agora está em 1,4. Em dezembro foi criada a Secretaria Municipal de Trânsito. Os congestionamentos cresceram e a opção de metrô, que já foi abordada em campanhas anteriores e atualmente tem até parte do financiamento garantido pelo governo federal, voltará a ser tratada, especialmente no que diz respeito ao modelo, se deve ser suspenso ou enterrado. O incentivo ao uso de bicicletas também vai ser defendido, especialmente por Greca. "Hoje estamos longe de ser modelos", diz a professora do Departamento de Transporte da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Márcia Pereira. Ela argumenta que o preço da passagem de ônibus não oferece atrativo para o cidadão deixar o carro em casa. Ela defende o estímulo ao pedestre e o ciclista, acrescenta. "A situação aqui está tão complicada quanto em outras capitais. Está mais do que na hora de Curitiba ter metrô, mas não para substituir o atual modelo e sim para complementá-lo." A necessidade de melhorar o transporte público estará nos discursos dos candidatos à sucessão curitibana que começa oficialmente neste fim de semana com o término das convenções. O prefeito Luciano Ducci (PSB), que era vice do atual governador Beto Richa (PSDB) e herdou o cargo, vai disputar a vaga com o ex-prefeito, Rafael Greca de Macedo (PMDB), o ex-deputado federal, Gustavo Fruet (PDT), e o atual Carlos Roberto Massa Junior, o Ratinho Junior (PSC). Além do transporte, a violência também promete polemizar a campanha, a despeito de ser um tema da alçada estadual. O Mapa da Violência 2012, feito pelo Instituto Sangari, mostra que o número de homicídios mais que duplicou na última década. A cidade pulou da 20ª posição em violência, em 2000, para a 6ª colocação, em 2010, ficando atrás apenas de Maceió, João Pessoa, Vitória, Recife e São Luís. Algumas propostas para mudar o quadro começaram a aparecer. Ratinho fala, por exemplo, em melhorar a iluminação e as calçadas e na criação da academia da guarda municipal. Fruet propõe a ampliação do efetivo da guarda municipal e diz que é preciso ter ousadia no combate às drogas e no tratamento de usuários. Luciano Ducci (PSB), passou os últimos dias dando explicações sobre seu patrimônio e chegou a entregar cópias do seu Imposto de Renda ao Ministério Público, para livrar-se de suspeitas de enriquecimento repentino. Ele é dono de fazendas e mora em apartamento de luxo, mas afirma que os bens são herança de sua esposa. Muita coisa ainda vai ser decidida nos próximos dias, como nomes de alguns vices e o fechamento de alianças, mas o cenário atual já permite a visualização de tendências. "Pela primeira vez em muitos anos é possível enxergar a possibilidade de a disputa não ficar polarizada entre os herdeiros dos ex-governadores Jaime Lerner e Roberto Requião", opina o cientista político Adriano Codato, professor da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Desta vez, a presença desses grupos não está tão clara. Ducci pode ser apontado como representante do "lernismo", pois trabalhou com dois de seus herdeiros - o ex-prefeito Cassio Taniguchi e Beto Richa. Greca também foi aliado de Lerner, quando estava na prefeitura. Mas só conseguiu sua aprovação na convenção do fim de semana porque teve o apoio de Requião. Agora, as correntes mais tradicionais encontraram novos desafiantes. "Há uma terceira força que corre o risco de ser viável, que é o candidato do PT, que não é petista", acrescenta Codato, citando Fruet, um ex-tucano que não encontrou espaço no partido pra tentar a prefeitura, foi para o PDT e ganhou o apoio do PT mesmo depois de ter sido um dos maiores críticos do mensalão. Ao contrário de anos anteriores, o PT não terá candidato próprio em Curitiba e o interesse maior do partido está em viabilizar-se para o governo em 2014. Os ministros Gleisi Hoffmann, da Casa Civil, e Paulo Bernardo, das Comunicações, atuaram pessoalmente para derrubar a candidatura petista e sacramentar o nome de Fruet. Se ele for eleito, Gleisi poderá ter apoio para enfrentar Richa daqui a dois anos, quando o tucano deve buscar a reeleição. "A eleição de 2012 vai ser mais disputada que as outras", diz o cientista político Sérgio Braga, da UFPR. Segundo ele, se há quatro anos Richa conseguiu ser eleito com facilidade agora seu candidato tem três fortes opositores. Na conta de Braga, além de Fruet e Greca, entra Ratinho Junior, que chegou a ser sondado para ser vice tanto de Ducci como de Fruet, mas optou por testar as urnas. Com 31 anos de idade, ele é o candidato mais jovem - Ducci está com 57, Greca tem 56 e Fruet, 49 - e tem dinheiro e o apoio do pai, o apresentador de televisão Carlos Roberto Massa. Tanto Codato como Braga acreditam na ocorrência de segundo turno em Curitiba. Os números, até agora, confirmam isso. Pesquisa divulgada em abril pelo Ibope, a única até o momento, mostrou Fruet com 26% das intenções de voto, seguido de Ratinho (24%), Ducci (16%) e Greca (7%). Num segundo turno entre os dois primeiros, haveria empate técnico no limite da margem de erro de três pontos para mais ou para menos - 42% a 36% para Fruet. Caso a disputa ficasse entre Fruet e Ducci, o pedetista venceria com 46% dos votos, contra 27% do atual prefeito. Por enquanto, duas mulheres vão sair como vices - o PT indicou Mirian Gonçalves para Fruet e Greca terá como vice uma colega de partido, Marinalva Silva. Ducci escolheu o deputado federal Rubens Bueno (PPS). Ratinho ainda não definiu. Os discursos que serão usados na campanha já começaram a ser demonstrados em entrevistas. Ducci vai dizer que tem trabalho para terminar (ele só assumiu em 2010). Greca tem repetido que é o mais experiente. Fruet e Ratinho vão bater na oportunidade de renovação. 
Fonte - São Paulo Trem Jeito  30/06/2012 


Trens fabricados pela China são bastante elogiados no Rio

SPTJ

A cidade do Rio de Janeiro, sede da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016, está ampliando a construção da infraestrutura para atender à futura demanda na área de transporte. O governador do Rio, Sérgio Cabral, teve no domingo (24) sua primeira experiência de viajar em um trem fabricado pela China, que liga o Rio a outras cidades brasileiras. Acompanhado por vários funcionários, Sérgio Cabral fez a inspeção do trem de número "3001", que já viajou por 30 mil quilômetros. O design do vagão é moderno e aconchegante, além de adaptado à cultura brasileira. Sérgio Cabral se disse satisfeito com a produção chinesa. A China exportou, no total, 30 trens para o Rio de Janeiro. Até o momento, 23 unidades embarcaram no Brasil e nove delas estão em funcionamento. Os restantes devem chegar no país sul-americano nos meados de outubro. A estreia do trem chinês aconteceu em março deste ano, o que despertou a atenção da mídia e da população local. A consulesa chinesa no Rio de Janeiro, Chen Xiaolin, acompanhou a inspeção de Sérgio Cabral. Ela disse esperar que a China e o Brasil alcancem novos sucessos no comércio bilateral. "As instalações do trem são muito aconchegantes, além de atender à necessidade dos brasileiros. Fico muito contente por ver isso. A China e o Brasil fazem parte do Brics. Suas cooperações estão em bom andamento. Desejo muito sucesso ao futuro das relações econômicas e de investimentos entre os dois países", disse Chen. O número de trens fabricados pela China ocupa agora um quinto da totalidade que viaja entre o Rio e outras cidades brasileiras. O país asiático pode ser responsável pela produção de mais 60 trens no Brasil, segundo fontes ouvidas pela CRI. CRI 
Fonte - São Paulo Trem Jeito 25/06/2012


São Luís apresenta projeto do VLT

Prefeitura de São Luís 
foto - ilustração
A Prefeitura de São Luís apresentou, na manhã desta quinta-feira (14), na Câmara Municipal, o projeto de implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) na capital maranhense. O secretário-adjunto municipal de Trânsito e Transportes, José Arthur Cabral Marques, explanou os detalhes técnicos do projeto e da execução da obra do VLT. Durante a exposição, o secretário-adjunto municipal de Trânsito e Transportes afirmou que já está em andamento o processo licitatório para a implantação do VLT e, nos próximos dias, deve ser iniciada a licitação para a compra do material rodante. O requerimento para a realização da audiência foi de autoria do vereador Ivaldo Rodrigues (PDT). O painel contou ainda com a participação dos vereadores Gutemberg Araújo, Geraldo Castro, Josué Pinheiro e Armando Costa. O secretário-adjunto da SMTT abriu a explanação ressaltando que o projeto para a implantação do VLT, em São Luís, foi iniciado há cerca de dois anos, quando, por determinação do prefeito João Castelo, começaram os estudos técnicos de viabilização. “Estávamos buscando um transporte de massa de média e alta capacidade no intuito de melhorar o deslocamento da população da capital. Isso resultou, numa soma de esforços da equipe do prefeito João Castelo, em dois grandes projetos de mobilidade, o do Novo Corredor de Transporte Urbano de São Luís e o do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT)”, destacou José Arthur. Durante a apresentação, Arthur explicou que o primeiro trecho de execução da obra do VLT, chamada Linha 1 (Centro – São Cristóvão), sairá da altura da rotatória do aeroporto (Tirirical), passará pelas avenidas dos Franceses e Africanos e finalizará no Centro (Praia Grande), numa extensão de 13 Km. Ele informou que o processo licitatório para a construção desta etapa já foi iniciado e deve ser concluído até o final deste mês. A primeira etapa, correspondente à Linha 1 (Centro- São Cristóvão), atenderá a um público estimado de 200.000 habitantes, em 13 km de vias, composta de 11 estações modernas (proximidades do Aeroporto, Rodoviária, Santo Antônio, Coheb/Sacavém, Coroadinho, Bairro de Fátima, Rio das Bicas, Ceprama, Portinho, Praia Grande entre outras), duas pontes metálicas (Rio das Bicas e Portinho) e o Centro Administrativo Operacional. “Na área do São Cristóvão, há um crescimento demográfico forte, o que gera problemas na oferta de transporte”, justificou. O secretário-adjunto da SMTT explicou que, para a implantação do Veículo Leve sobre Trilhos, será utilizado o canteiro central das avenidas. “O VLT tem três metros de largura e nós só precisamos de cinco metros de largura de via para ele passar. E São Luís tem essa excepcionalidade, pois possui avenidas de canteiros largos”, observou. José Arthur frisou que, no trajeto da linha 1, não será necessário fazer desapropriações, o que não ocasionará maiores transtornos e perda de tempo. “É uma área de passagem de domínio público. O que vai haver é somente a remoção de árvores plantadas, onde o replantio será feito em outros locais. Nesse sentido, a nossa estimativa é de que seja feito 1 km de via por mês”, detalhou. O diretor da Empresa Bom Sinal, Fabricante do VLT com sede na cidade de Barbalha no Estado do Ceará, Francisco Sávio Araújo, disse que o VLT já é utilizado em outras capitais do Nordeste. Sistema moderno “Em Fortaleza já iniciou, Maceió já está aderindo, além de Recife e outras como Sobral, Juazeiro e Macaé. Portanto, o VLT vai melhorar a qualidade do transporte e ajudar a população a se deslocar. É um sistema do presente que tem como vantagens regularidade e pontualidade, menor tempo de espera, ambiente climatizado (ar-condicionado), GPS, sistema de informações audiovisual para os passageiros, informações de tempo entre outras”, delineou Francisco Sávio. O diretor da Empresa Bom Sinal frisou também que o VLT é um veículo moderno, eficiente, confortável, com bom desempenho e que reduz o tráfego das rodovias. “Não há atraso e oferece maior comodidade, segurança e baixa a emissão de gases”. A Bom Sinal é líder no mercado de VLTs no Brasil. Sendo, até o momento, a única empresa a implantar esse sistema no país. A pouco menos que uma década oferecendo os VLTs, já possui sete contratos de fornecimento, totalizando quase cem carros (vagões) vendidos, conquistados com a qualidade e competitividade desenvolvida. Estrutura do VLT O Veículo Leve sobre Trilhos será constituído de equipamentos modernos. A capacidade estimada é para atender 20 mil passageiros por hora, em cada sentido, numa velocidade média de 40 km/h, podendo chegar de 80 km/h a 100 km/h. Hoje a velocidade média operacional do transporte coletivo em São Luís é de 12 km/h. O VLT a ser desenvolvido deverá ser composto por um mínimo de 2 (dois) e um máximo de 4 (quatro) carros, constituídos de truques motores e duas cabines de comando. A motorização do VLT é à diesel. Ele tem movimentação bidirecional (duas direções). Em cada cabeceira, haverá um motor. A conclusão de parte das obras da primeira linha, que terá capacidade de transportar 200 mil pessoas, é prevista para ocorrer até o final do ano. Ao todo, o sistema do VLT em São Luís terá sete linhas, cada qual composta de sete veículos de 30 m de comprimento e capacidade para 400 pessoas, cada veículo. A segunda etapa (linha 2) será do Anjo da Guarda ao Centro. Também auxiliou na apresentação a técnica do Instituto Municipal da Cidade, Pesquisa e Planejamento Urbano e Rural (Incid), Patrícia Trinta. O VLT é um veículo articulado que funciona como trem ou bondes modernizados com tecnologia inovadora e altamente confortável ao usuário, que diminui o tempo de espera e de percurso dos passageiros. É muito mais que um meio de transporte. É um recurso que permite repensar as cidades com mobilidade sustentável, assegurando a qualidade do serviço, a revitalização do espaço urbano e a preservação do patrimônio arquitetônico. Além de transportar usuários com segurança e conforto, o sistema gera empregos e proporciona mais liberdade à população. 
Fonte - Revista Ferroviária 15/06/2012


Chegada do VLT anima comunidade de Utinga

Gazeta de Alagoas

UTINGA (Maceió – AL). Após dois anos, moradores voltam a andar sobre os trilhos Com tanta coisa fora dos trilhos, a comunidade de Utinga começa a semana com uma ótima notícia. Há dois anos penando, sem receber um trem, os moradores estão ansiosos para assistir à primeira chegada do moderno VLT na estação da antiga Usina Utinga Leão, que deve acontecer nesta segunda-feira. O burburinho na comunidade já começou há cerca de dez dias, quando a CBTU realizou os primeiros testes com o VLT passando por lá. Ninguém sabia de nada e, de repente, o novo trem chegou por lá. “O pessoal se espremia para olhar pelas janelas, causou um rebuliço grande, a estação ficou uma festa, todo o mundo queria ver”, relata o engenheiro Euclides Coelho, coordenador de obras da companhia. Um dos curiosos era Moisés Augustos dos Santos, 47 anos, nascido e criado em Utinga. “O trem faz parte da vida da gente mesmo. Desde moleque, novinho, eu ando nele. Depois que esse trem parou de andar por aqui, acabou um bocado de coisa, desmantelou muita gente, o comércio está sofrendo até hoje e o pessoal deixou de visitar os parentes, os amigos e de fazer muita coisa na cidade”. A cheia de 2010 destruiu longos trechos de linha férrea, principalmente na região de Rio Largo. Com a liberação de recursos para a reconstrução, também era preciso resolver um velho problema que agredia os trilhos entre Satuba e Utinga. Sempre que havia uma chuva mais intensa, o nível da água avançava sobre a linha, impedindo a passagem dos conjuntos. Por isso, a obra começou pela chamada estaca 1.040 (antes de Utinga), seguindo até a estaca 1.652 (em Lourenço de Albuquerque). O engenheiro explica que a obra executa dois trechos de alteamento da linha, levantando o nível de 1,8 metros até 3 metros de altura para evitar que a água atinja os trilhos. O primeiro trecho, com 2.300 metros de extensão, já está concluído. Foi justamente nele que o VLT foi testado, chegando até a estação de Utinga, inclusive com a redução de três minutos no percurso (caiu de 14 para 11 minutos). Os estudos apontam que o tempo pode chegar, ainda, a menos de 9 minutos. Com a implantação de todos os trilhos novos, a projeção prevê um intervalo de 15 minutos entre um trem e outro no trajeto do Centro de Maceió até Fernão Velho. O segundo trecho de alteamento tem 1.100 metros, seguindo depois da estação Utinga até a estaca 1.380. Segundo a CBTU, o trem deve voltar a circular até a estação de Gustavo Paiva, em Rio Largo, entre o fim deste mês e o início de julho. De lá até a estação final de Lourenço de Albuquerque, a companhia espera liberar a chegada do trem, no máximo, entre julho e agosto. O engenheiro Euclides explica que o alteamento é um aterro normal, compactado, com muretas de contenção, onde foram colocados trilhos e dormentes novos. Oito bueiros novos foram construídos embaixo dos trilhos, além da recuperação dos já existentes, para escoamento da água. Apesar de extensa, a obra deve ser detalhista, seguindo exigências minimalistas. O engenheiro mostra que a fixação dos trilhos é feita com o sistema “duplo C”, que, segundo ele, traz um custo benefício melhor, barateando cerca de R$ 15 reais por conjunto. Para se ter uma ideia da economia, basta saber que cada dormente usa dois conjuntos de fixadores. Em 12 quilômetros de obras são mais de 20 mil dormentes, o que equivale a algo em torno de R$ 600 mil de economia. 
Fonte - São Paulo Trem Jeito 13/06/2012

Trem sustentável muda rotina de moradores no sertão do Ceará

G1
VLT do Cariri 
VLT pode levar 3 mil pessoas por dia aproveitando linha férrea já instalada. Composições do Metrô do Cariri foram montadas no estado. O professor de informática Allan Diego Batista tinha o hábito de viajar diariamente de motocicleta entre duas cidades do interior cearense. Há dois meses, passou a usar um meio de transporte menos poluente, que retirou o equivalente a seis ônibus das ruas. Ele passou a ser usuário do Metrô do Cariri, o primeiro Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) da região. “Deixei de trafegar em uma rodovia perigosa (CE-292), de correr riscos com acidentes e com o trânsito, além de ter mais conforto”, conta Batista. O VLT do Cariri funciona há mais de dois anos transportando por uma antiga linha férrea cerca de 1.400 usuários por dia. Ele percorre nove estações ao longo de 13,6 quilômetros em 40 minutos e liga as cidades do Crato e de Juazeiro do Norte, principais centros urbanos da região do Cariri, sul do Ceará. Menos emissões“ - A emissão de gases é muito menor. O modelo utilizado no Cariri tira seis ônibus bem mais poluentes das ruas. É considerado um veículo bem seguro, confortável e mais rápido”, explica o engenheiro mecânico e diretor de operações da empresa responsável pelo VLT do Cariri, o Metrô de Fortaleza (Metrofor), Plínio Saboia.Soluções mais sustentáveis para as cidades, inclusive dos seus sistemas de transporte, são um dos temas a serem debatidos na Rio+20, a Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável, que acontece este mês no Rio de Janeiro. O trânsito entre os moradores das duas cidades seja para trabalhar, estudar ou comprar é histórico e, antes, o transporte público era feito por uma linha de ônibus intermunicipal e vans. Saboia considera o VLT uma evolução dos antigos bondes elétricos. "Em outros países, os bondes foram se aperfeiçoando até chegar ao modelo de VLT. No Brasil, deixou de ser utilizado, e cada pessoa passou a ser locomover no seu carro", compara. “Acho que o VLT ainda vai crescer muito pelo Brasil. É um transporte barato, polui menos que outros transportes, é mais rápido e confortável”, diz Geovane Araújo, um dos operadores do VLT. A implantação do metrô gerou, aproximadamente, 160 empregos diretos na região. 'Made in Ceará' - O pioneirismo cearense em "resgatar o bonde" chamou a atenção de outras cidades brasileiras, como Recife, Maceió, São Paulo, Rio de Janeiro e Macaé. As empresas e governos interessados no modelo viajam ao Ceará para conhecer a fábrica, o trem e as estruturas das estações. Os três veículos, com duas composições cada, foram montados pela empresa Bom Sinal, no município de Barbalha, a 28 quilômetros de Juazeiro do Norte. As peças de tração dos trens são importadas da Alemanha, mas a integração das partes e dos sistemas é toda feita no Ceará. “O VLT é 80% feito no Ceará, é uma tecnologia nacional”, afirma o diretor de operações do Metrofor. A linha férrea usada para o transporte de cargas da linha Transnordestina foi remodelada para receber o novo veículo e a prioridade no trecho tornou-se a locomoção de passageiros. Os engenheiros decidiram utilizar o modelo com motor movido a diesel, em vez do elétrico, pelo fato de os custos serem mais baixos. Segundo o governo do estado, o valor total da implantação foi de R$ 25 milhões. Economia - Os benefícios da chegada do VLT, com uma passagem no valor de R$ 1, são logo sentidos no bolso e no tempo dos usuários. “Gastava mais de R$ 85 de gasolina e, hoje, não chego a gastar nem R$ 60 por mês indo trabalhar”, diz Allan Batista. A colega de trabalho do professor e usuária do VLT, Fabiana de Alencar, também poupou quando substituiu o ônibus pelo trem e ganhou qualidade de vida. “É climatizado, mais seguro e não é lotado como os ônibus. Em dez minutos, chegamos à escola. A gente percebe também a mudança para os estudantes. O trem facilitou muito a vida deles, que sempre precisam fazer uma atividade extra e não dependem mais de ônibus e da insegurança”, relata a professora de língua estrangeira e empreendedorismo. “Além de remodelar os trilhos, o entorno também passou por melhorias. Nesse percurso do trem, foram instalados escolas, supermercados e restaurantes”, diz a diretora do Metrô do Cariri, Dina Moreira. A Escola Estadual de Educação Profissional Raimundo Saraiva Coelho, onde os dois professores trabalham, foi inaugurada em agosto de 2011, ao lado da passagem do VLT. Subutilizado - Mesmo com as mudanças nas rotinas de Allan, Fabiana, e de muitos estudantes, o metrô do Cariri ainda é subutilizado. A meta do Metrofor é que de 2.500 a 3.000 pessoas sejam beneficiadas diariamente com o trem. Por ter reaproveitado o caminho da linha férrea construída há mais de 50 anos, o VLT não passa pelas áreas centrais das cidades. Para chegar às estações, a maioria dos usuários precisa tomar um ônibus, pagando duas passagens. O Metrofor informou que estuda um projeto de integração no metrô da região. "Quando os transportes estão interligados, há um aproveitamento bem melhor”, afirma o diretor Plínio Saboia. Segundo o governo estadual, não há previsão para a integração se concretizar. Além da falta de integração, as viagens de metrô estão mais difíceis por causa da demora de uma viagem para outra. A espera média de um usuário, que deveria ser de 40 minutos, agora é de uma hora e vinte minutos, porque apenas um trem está em atividade. Dois veículos foram danificados em colisões com automóveis e estão parados para reformas. O Metrô do Cariri funciona com três veículos, dois em atividade e um sobressalente. Segundo a diretora Dina Moreira, a situação deve ser normalizada ainda em junho.
Fonte - São Paulo Trem Jeito 06/06/2012


TRANSLOHR - um VLT sobre pneus - em visita ao SINFERP

SPTJ
Interior do Translohr, em Veneza 
Nosso sindicato recebeu visita do Sr. Olivier Hauchard, conseil Brésilda Lohr Industrie (França), que nos apresentou o Translohr, um VLTsobre pneus.- Sobre pneus? O que houve? O sindicato bandeou para o rodoviarismo?Nada disso. Embora sobre pneus - e não sobre rodas de aço - o Translohr é um veículo genuinamente ferroviário, pois um meio de transporte sobre trilho.- Trilho? No singular?Sim, no singular. Duas rodas de aço revestidas de borracha (2) estão “abraçadas” a um trilho (1), cujo boleto (parte superior) fica praticamente no nível da superfície (rua, pista, avenida), e guia a direção dos carros, como em 

qualquer trem. Os pneus, de acordo com o Sr. Olivier, são convencionais (encontrados com facilidade no mercado), e permitem silêncio na rodagem, uma vez que as vibrações são por eles absorvidas, além da suspenção pneumática. Permite também ao VLT superar aclives de até 13%. A frenagem é a disco - com ABS - em todas as rodas. Os pneus também tornam o VLT mais leve. O VLT Translohr é elétrico, e dotado de baterias para circular por alguns trechos onde a rede aérea poderia apresentar inviabilidade técnica ou agressão paisagística/ambiental, como em lugares históricos, por exemplo, até novamente alcançar a rede e a ela conectar-se pela catenária.

Tem dimensões menores do que as dos VLTs convencionais, justamente para ocupar menor espaço nas ruas e avenidas, além das garagens. Apenas 2,20 m de largura e 3,10 m de altura. Por ser um veículo urbano, suas “caixas” têm 70% de transparência (vidro). Movimenta-se em raio de 10,5 m, o que é excelente para fugir das desapropriações.Agradecemos a gentil visita do Sr. Olivier. Gostamos muito do Translohr, e estamos aqui publicando aspectos que nos pareceram muito interessantes.
Fonte - São Paulo Trem Jeito 26/05/2012

Abaixo o vídeo institucional do Translohr, que fala por si.

Lyon: iniciativas para uma melhor mobilidade urbana

Por Diogo Silva
foto - ilustração/Pregopontocom
Em 1997, a região da grande Lyon, na França, adotou um Plano de Mobilidade Urbana. O objetivo do plano era harmonizar a distribuição dos meios de transporte de um modo que favorecesse uma mobilidade urbana sustentável. O projeto para Lyon e seus arredores e o Plano de Mandato teve um orçamento de 788 milhões de euros para investimentos em transportes até o ano de 2007. O Plano Diretor de Mobilidade Urbana combinou uma série de objetivos, incluindo a redução do tráfego de automóveis e da população, o desenvolvimento do transporte público, a bicicleta e a pé, a diminuição do número de acidentes e a redistribuição da população no espaço da cidade. Uma comissão nacional monitorou o progresso do Plano Diretor. O principal objetivo para a política de transportes em Lyon foi a elaboração de uma estratégia global, garantindo a coerência de todas as decisões tomadas em matéria de meios de transporte e buscando as suas complementaridades, em busca de uma melhor harmonia entre os diferentes meios de transporte, com prioridade ao transporte público e, ao mesmo, procurando diminuir o uso de carros privados. Um comitê consultivo para a mobilidade urbana foi criado para coordenar e acompanhar as várias iniciativas, formado por representantes do governo nacional e local, das administradoras de serviços de transporte e dos usuários. Todos os prefeitos preocupados com o assunto foram convidados a participar das reuniões do comitê. Essa iniciativa fez com que o sistema de transporte público em Lyon ofereça, hoje, muitas possibilidades. 
foto - ilustração/Pregopontocom
Além do metrô e dos ônibus, há também a possibilidade de alugar uma bicicleta em qualquer lugar da cidade. O empréstimo de uma bicicleta é gratuito por até 30 minutos e as horas subsequentes custam entre 0,50 € e 1 €, de acordo com o tipo de assinatura. O sistema, na prática, é quase gratuito aos usuários, já que 90% das viagens realizadas com as bicicletas possuem duração inferior a 30 minutos. A assinatura para a utilização dos serviços de aluguel de bicicletas na cidade custa 1€ ou 5€ por ano. Os assinantes recebem um cartão que funciona a base de depósitos para permitir a retirada das bicicletas. Eles também podem viajar em táxis ou moto-táxis pelo preço de uma passagem de ônibus caso não exista outra forma de transporte para o destino desejado. O planejamento urbano da região foi pensado para favorecer as caminhadas e o uso de bicicletas, desencorajando, assim, as pessoas a recorrerem ao uso de carros.
Fonte -  Portal R7  24/01/2012


Os novos Taxis de New York fabricados pela N issan


Nissan NV200

Fonte - caranddriverbrasil

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