sábado, 30 de julho de 2011

CIDADE BAIXA - Uma nova modelagem para a Mobilidade Urbana Sustentável naquela área deve fazer parte do projeto para sua REVITALIZAÇÃO

Mobilidade



No que tange a Mobilidade Urbana a Cidade Baixa poderá ter claramente um projeto para o transporte publico naquela região do Comercio até o bairro da Ribeira em duas vias,uma pelo Caminho de Areia e a outra pelo Dendezeiros passando pelo bairro do Bonfim, ambas por trilhos. Poderia-se usar um VLT do tipo Tramway (VLT urbano com capacidade para 400 pasgs.) que trafega junto aos demais veículos obedecendo todas as regras de transito vigentes (conduzidos por motoristas de ônibus dado a experiência com transito urbano) mais com prioridades programadas para os semáforos visando uma melhor agilidade e a continuidade permanente das viagens.Por ser um local de vias planas e largas isso favorece a implantação desse sistema que também serviria como integração para o trem metropolitano,alem de proporcionar um transporte de muito melhor qualidade mais confortável mais seguro e mais rápido, nesta região alem de mais moderno e eficaz para os seus moradores e pessoas de outras localidades que trabalham nos bairros atendidos pelo serviço e pelo seu belo formato urbano e operacional, atrairia também os turistas que certamente usariam esse tipo de transportes , principalmente os turistas internacionais, acostumados a usa-lo nos seus países de origem.Como segunda opção ficariam os trólebus articulados (ônibus elétrico) que seria também uma opção de energia limpa embora com a capacidade de transporte reduzida,180 pasgs.por veiculo.Um sistema de VLTs certamente retiraria do trafego urbano naquela área uma grande quantidade de veículos entre automóveis e ônibus convencionais proporcionando também a implantação de faixas destinadas as ciclovias,em toda a sua extensão.NOTA no período dos anos 60/ 70 funcionou nesta região da cidade um sistema de trólebus que foram importados da Itália que atendia aos bairros da Calçada,Bonfim e Ribeira.Foram adquiridos cerca de 50 trólebus mais por um erro de calculo no projeto da subestação que alimentava o sistema só eram usados cerca de 25 veículos,a metade,que era a capacidade tolerada pela subestação alimentadora ficando então 25 veículos parados nas garagens da antiga SMTC, Serviço Municipal de Transportes Coletivos, e que ao longo do tempo foram canibalizados e viraram peças de reposição.Como todos podem ver a falta de planejamento ou os erros cometidos neles não são coisa nova mais um vicio que precisa ser corregido prioritariamente para que se possa emfim construir uma cidade mais moderna,mais justa,mais digna e mais humana.
Linha tronco 1ª etapa









                                                                                                                   
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